Marcelo Pretto (17 de setembro 1967 - 8 de março de 2026) era cantor, compositor, percussionista e pesquisador musical Reprodução / Facebook Barbatuques ♫ OBITUÁRIO ♬ Integrante do Barbatuques, grupo de percussão corporal formado em 1997 na cidade de São Paulo (SP), o cantor, compositor, percussionista e pesquisador musical Marcelo Pretto morreu na madrugada deste domingo, 8 de março, em decorrência de complicações de quadro grave de diabetes. Nascido em 17 de setembro de 1967, Marcelo Pereira Neves Pretto tinha 58 anos e estava internado desde 18 de fevereiro no Hospital Alvorada, na cidade natal de São Paulo (SP). A morte foi confirmada pelo Barbatuques em comunicado postado nas redes socias do grupo e enviado na sequência aos órgãos de imprensa. “Marcelo Pretto deixa um legado artístico imenso, que vai muito além da participação no Barbatuques. Pesquisador da música e das manifestações culturais populares da música brasileira, Mitsu foi uma fonte de inspiração para nós. Sua voz única e presença marcante seguirão ecoando na música e, principalmente, em nossos corações”, disse o comunicado assinado pelo Núcleo Barbatuques. Também conhecido como Mitsu, Marcelo Pretto era respeitado no meio musical pela voz elástica de muitas possibilidades que ia “do sussurro ao trovão”, como ressaltou Chico César ao lamentar a saída de cena do artista em comentário na publicação do grupo Barbatuques. No Barbatuques desde 1999, Pretto também integrava A Barca, grupo dedicado à pesquisa da música brasileira. Fora do grupo Barbatuques, Marcelo Pretto deixa álbuns como “A carne das canções” (2014) – gravado e assinado por Mitsu com o violonista Swami Jr. – e “Boi” (2020). Editado em novembro de 2024, o single “Uma voz além” foi o último lançamento fonográfico do artista paulistano.
Morre Marcelo Pretto, integrante do grupo Barbatuques e cantor de voz elástica que ia 'do sussurro ao trovão'
Escrito em 08/03/2026
Marcelo Pretto (17 de setembro 1967 - 8 de março de 2026) era cantor, compositor, percussionista e pesquisador musical Reprodução / Facebook Barbatuques ♫ OBITUÁRIO ♬ Integrante do Barbatuques, grupo de percussão corporal formado em 1997 na cidade de São Paulo (SP), o cantor, compositor, percussionista e pesquisador musical Marcelo Pretto morreu na madrugada deste domingo, 8 de março, em decorrência de complicações de quadro grave de diabetes. Nascido em 17 de setembro de 1967, Marcelo Pereira Neves Pretto tinha 58 anos e estava internado desde 18 de fevereiro no Hospital Alvorada, na cidade natal de São Paulo (SP). A morte foi confirmada pelo Barbatuques em comunicado postado nas redes socias do grupo e enviado na sequência aos órgãos de imprensa. “Marcelo Pretto deixa um legado artístico imenso, que vai muito além da participação no Barbatuques. Pesquisador da música e das manifestações culturais populares da música brasileira, Mitsu foi uma fonte de inspiração para nós. Sua voz única e presença marcante seguirão ecoando na música e, principalmente, em nossos corações”, disse o comunicado assinado pelo Núcleo Barbatuques. Também conhecido como Mitsu, Marcelo Pretto era respeitado no meio musical pela voz elástica de muitas possibilidades que ia “do sussurro ao trovão”, como ressaltou Chico César ao lamentar a saída de cena do artista em comentário na publicação do grupo Barbatuques. No Barbatuques desde 1999, Pretto também integrava A Barca, grupo dedicado à pesquisa da música brasileira. Fora do grupo Barbatuques, Marcelo Pretto deixa álbuns como “A carne das canções” (2014) – gravado e assinado por Mitsu com o violonista Swami Jr. – e “Boi” (2020). Editado em novembro de 2024, o single “Uma voz além” foi o último lançamento fonográfico do artista paulistano.

