Elza Soares (1930 – 2022) é retratada em arte da capa do álbum 'Vivo feliz' (2003), no qual lançou o samba-rap 'Rio de Janeiro' Reprodução ♫ NOTÍCIA ♬ Ao longo de 64 anos de carreira fonográfica, Elza Soares (1930 – 2002) gravou dois sambas intitulados “Rio de Janeiro”, de estilos diferentes, mas ambos compostos para exaltar a cidade onde nasceu a cantora carioca, dona de uma das vozes mais expressivas do mundo. O primeiro samba-exaltação foi o “Rio de Janeiro” composto por Guinga com Aldir Blanc (1946 – 2020), apresentado há 30 anos em álbum do pianista Sergio Mendes (1941 – 2024), “Oceano” (1996), e regravado por Elza no álbum “Trajetória” (1997). O segundo samba “Rio de Janeiro” da discografia da cantora é um samba-rap de autoria de Anderson Lugão lançado pela cantora em 2003 no álbum “Vivo feliz”, disco de arquitetura eletrônica gravado por Elza com produção musical de Arthur Joly. É esse registro fonográfico de 2003 – cuja parte em rap evoca a gravação do samba-rap-funk “Rio 40 graus” (Fernanda Abreu, Carlos Laufer e Fausto Fawcett, 1992) pela cantora Fernanda Abreu – que reverbera, 23 anos após o lançamento, na trilha sonora da próxima novela das 19h da TV Globo, “Por você”, que estreia em 17 de agosto. Desde as primeiras chamadas da novela, o canto esfuziante de Elza Soares em “Rio de Janeiro” tem sido propagado em todo o Brasil, revitalizando gravação que passou despercebida porque, em que pese a potência do álbum “Vivo feliz”, um dos títulos mais subestimados da discografia de Elza Soares, esse trabalho alcançou pouca repercussão. Talvez por ter sido lançado somente um ano após o aclamado “Do cóccix até o pescoço” (2002), este, sim, um álbum que teve grande repercussão, sobretudo na mídia, e muita influência na trajetória posterior de Elza Soares.
Voz de Elza Soares ecoa na trilha da novela 'Por você' com canto esfuziante de 'Rio de Janeiro', samba-rap de 2003
Escrito em 04/08/2026
Elza Soares (1930 – 2022) é retratada em arte da capa do álbum 'Vivo feliz' (2003), no qual lançou o samba-rap 'Rio de Janeiro' Reprodução ♫ NOTÍCIA ♬ Ao longo de 64 anos de carreira fonográfica, Elza Soares (1930 – 2002) gravou dois sambas intitulados “Rio de Janeiro”, de estilos diferentes, mas ambos compostos para exaltar a cidade onde nasceu a cantora carioca, dona de uma das vozes mais expressivas do mundo. O primeiro samba-exaltação foi o “Rio de Janeiro” composto por Guinga com Aldir Blanc (1946 – 2020), apresentado há 30 anos em álbum do pianista Sergio Mendes (1941 – 2024), “Oceano” (1996), e regravado por Elza no álbum “Trajetória” (1997). O segundo samba “Rio de Janeiro” da discografia da cantora é um samba-rap de autoria de Anderson Lugão lançado pela cantora em 2003 no álbum “Vivo feliz”, disco de arquitetura eletrônica gravado por Elza com produção musical de Arthur Joly. É esse registro fonográfico de 2003 – cuja parte em rap evoca a gravação do samba-rap-funk “Rio 40 graus” (Fernanda Abreu, Carlos Laufer e Fausto Fawcett, 1992) pela cantora Fernanda Abreu – que reverbera, 23 anos após o lançamento, na trilha sonora da próxima novela das 19h da TV Globo, “Por você”, que estreia em 17 de agosto. Desde as primeiras chamadas da novela, o canto esfuziante de Elza Soares em “Rio de Janeiro” tem sido propagado em todo o Brasil, revitalizando gravação que passou despercebida porque, em que pese a potência do álbum “Vivo feliz”, um dos títulos mais subestimados da discografia de Elza Soares, esse trabalho alcançou pouca repercussão. Talvez por ter sido lançado somente um ano após o aclamado “Do cóccix até o pescoço” (2002), este, sim, um álbum que teve grande repercussão, sobretudo na mídia, e muita influência na trajetória posterior de Elza Soares.

