Sergio Santos conta com a participação da cantora Leila Pinheiro em 'Todo samba', álbum previsto para ser lançado em 15 de maio Paulo Santos / Divulgação ♫ NOTÍCIA ♬ Cantor e compositor mineiro, criador de cancioneiro denso e alinhado com a linha tradicionalista das obras de parceiros como Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro, Sergio Santos completará 70 anos de vida em 24 de novembro. Mas a festa, no âmbito profissional, será iniciada seis meses antes com o lançamento do álbum “Todo samba”, previsto para 15 de maio. Trata-se do primeiro álbum solo autoral com músicas inéditas do artista desde “Rimanceiro” (2013), disco lançado há 13 anos. Editado pela gravadora Biscoito Fino, o álbum “Todo samba” traz a participação de Leila Pinheiro. Entre “Rimanceiro” e “Todo samba”, Santos lançou há sete anos um disco de intérprete, “São bonitas as canções” (2019). Com a palavra, o artista: “Faço 70 anos de vida e 45 de carreira – e, para mim, nada seria mais relevante para dar significado a estar por aqui há tanto tempo, respirando nesse planetinha conturbado, do que lançar um disco de inéditas! Afinal, depois de toda essa estrada, e quem chegou a esse ponto dela vai saber melhor do que estou falando, vão ficando mais claros os motivos que sustentam a nossa permanência insistente nesse turbilhão emaranhado chamado vida. E um dos meus maiores motivos é justamente esse: colocar música nova no mundo, da melhor forma que eu puder, sem a preocupação de a quantos ela irá atingir, se serei reconhecido por ela, ou se ela me trará a glória ou o ostracismo. Isso são coisas que não me cabem responder, não estão no meu universo de questões, muito menos quando lanço um disco de inéditas. No entanto, é justamente nesses momentos que elas estão mais presentes. Sempre espero a onipresente pergunta: porque você fazendo a música que faz não se tornou conhecido? O que me cabe responder é se a música que faço expressa bem o que eu tenho a dizer. E só! Tenho uma imensa admiração por artistas que criam pela necessidade da criação, pela expressão de seus universos, e foi nesse caminho que bem ou mal busquei a minha construção nos últimos 45 anos”, se situou Sergio Santos ao anunciar o lançamento do álbum “Todo samba”. O caminho trilhado pelo artista foi pautado pela relevância de álbuns como “Aboio” (1995), “Mulato” (1998), “Áfrico – Quando o Brasil resolveu cantar” (2001), “Iô sô” (2007) e o supracitado “Rimanceiro” (2013).
Sergio Santos abre a festa dos 70 anos com a edição em maio do álbum autoral de músicas inéditas 'Todo samba'
Escrito em 17/04/2026
Sergio Santos conta com a participação da cantora Leila Pinheiro em 'Todo samba', álbum previsto para ser lançado em 15 de maio Paulo Santos / Divulgação ♫ NOTÍCIA ♬ Cantor e compositor mineiro, criador de cancioneiro denso e alinhado com a linha tradicionalista das obras de parceiros como Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro, Sergio Santos completará 70 anos de vida em 24 de novembro. Mas a festa, no âmbito profissional, será iniciada seis meses antes com o lançamento do álbum “Todo samba”, previsto para 15 de maio. Trata-se do primeiro álbum solo autoral com músicas inéditas do artista desde “Rimanceiro” (2013), disco lançado há 13 anos. Editado pela gravadora Biscoito Fino, o álbum “Todo samba” traz a participação de Leila Pinheiro. Entre “Rimanceiro” e “Todo samba”, Santos lançou há sete anos um disco de intérprete, “São bonitas as canções” (2019). Com a palavra, o artista: “Faço 70 anos de vida e 45 de carreira – e, para mim, nada seria mais relevante para dar significado a estar por aqui há tanto tempo, respirando nesse planetinha conturbado, do que lançar um disco de inéditas! Afinal, depois de toda essa estrada, e quem chegou a esse ponto dela vai saber melhor do que estou falando, vão ficando mais claros os motivos que sustentam a nossa permanência insistente nesse turbilhão emaranhado chamado vida. E um dos meus maiores motivos é justamente esse: colocar música nova no mundo, da melhor forma que eu puder, sem a preocupação de a quantos ela irá atingir, se serei reconhecido por ela, ou se ela me trará a glória ou o ostracismo. Isso são coisas que não me cabem responder, não estão no meu universo de questões, muito menos quando lanço um disco de inéditas. No entanto, é justamente nesses momentos que elas estão mais presentes. Sempre espero a onipresente pergunta: porque você fazendo a música que faz não se tornou conhecido? O que me cabe responder é se a música que faço expressa bem o que eu tenho a dizer. E só! Tenho uma imensa admiração por artistas que criam pela necessidade da criação, pela expressão de seus universos, e foi nesse caminho que bem ou mal busquei a minha construção nos últimos 45 anos”, se situou Sergio Santos ao anunciar o lançamento do álbum “Todo samba”. O caminho trilhado pelo artista foi pautado pela relevância de álbuns como “Aboio” (1995), “Mulato” (1998), “Áfrico – Quando o Brasil resolveu cantar” (2001), “Iô sô” (2007) e o supracitado “Rimanceiro” (2013).

