Zema minimiza ausência de apoio de pré-candidatos ao governo da PB: 'quero é chegar ao eleitor'

Escrito em 21/06/2026


Romeu Zema em Campina Grande Gabriel Abdon / Rede Paraíba de Comunicação O pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) esteve em Campina Grande, na Paraíba, neste sábado (21), para cumprir agenda em uma reunião com lideranças de setores econômicos do estado. Durante o encontro, ele afirmou que a ausência de apoio político local não é prioridade neste momento da pré-campanha e disse que o foco é chegar diretamente ao eleitor. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp A entrevista foi concedida à Rede Paraíba de Comunicação, durante a visita à Vila do Artesão, onde Zema esteve acompanhado do Major Fábio, pré-candidato do Novo ao Senado. "Eu posso dizer, por experiência própria, que eu quero é chegar ao eleitor. Em 2018, eu saí do zero em Minas Gerais. Nunca tinha sido vereador, deputado estadual, federal nem prefeito, e fui mostrando para o mineiro que havia um candidato diferente. Todo apoio é bem-vindo, mas quero muito estar próximo do eleitor. Ele precisa saber que a política no Brasil pode ser diferente”, afirmou Zema. Agora no g1 A fala ocorre em um cenário em que o pré-candidato aparece com baixo desempenho nas pesquisas nacionais. O levantamento da Datafolha, divulgado no sábado (20), mostra Zema com 2% das intenções de voto no primeiro turno das eleições de 2026. O presidente Lula lidera com 41%, seguido do senador Flávio Bolsonaro, com 31%. Relação entre Novo e PL na Paraíba Zema também foi questionado sobre os atritos entre o Novo e o Partido Liberal (PL) na Paraíba. No estado, o PL tem o senador Efraim Filho como pré-candidato ao governo e o ex-ministro Marcelo Queiroga como pré-candidato ao Senado. A composição não incluiu o Novo na chapa majoritária. Sobre a relação entre os partidos, Zema afirmou que alianças variam de acordo com o cenário local e que as negociações seguem em andamento. “O Novo e o PL já fizeram coligações em diversos estados. Isso depende da situação de cada um, varia. Em Minas Gerais foi feito, assim como em estados do Sul. As negociações estão em andamento, e divergências existem até entre irmãos, entre cônjuges. O que dizer, então, dentro de um partido?”, disse. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba
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